Estudo de Sinistralidade · 1º semestre 2026

Onde está o ofensor —
e o que o Credenciamento pode fazer

Análise das seis operadoras do Grupo Adventist Health em três lentes — carteira, utilização e rede — sobre base auditada do BI de Contas Médicas e MV. Este documento percorre o estudo ponto a ponto: achados, análises, pontos de atenção e conclusões.

Credenciamento de Rede Prestadora · Victor Coelho · dados de 01/01 a 30/06/2026
01 · Sumário executivo

A tese do estudo em uma página

Cinco números organizam tudo o que vem a seguir.

100,32%
sinistralidade consolidada do semestre
4 de 6
operadoras acima de 116% de sinistralidade
R$ 120 mi
em medicamentos e materiais Brasíndice/Simpro (36% da conta médica)
R$ 2,06 mi
prêmio HASP sobre benchmark de terceiros no semestre
6 itens
no dossiê de governança de dado — pré-condição de gestão

A tese: a operadora opera no limite — cada real de mensalidade vira conta médica. O prejuízo, porém, não é difuso: tem endereço em quatro operadoras, quatro praças e blocos específicos de despesa. O maior deles (medicamentos e materiais, R$ 120 mi) está integralmente dentro do instrumento de negociação do Credenciamento. O estudo abre o diagnóstico completo nas três lentes, compromete ação onde o Credenciamento controla a alavanca e recomenda donos para o restante.

Como ler este documento
Cada seção traz os dados, a análise e — no padrão deste estudo — os pontos de atenção (⚑ âmbar) que delimitam o que os números provam e o que ainda é hipótese. As conclusões (◆ azul) são o que se sustenta em comitê.
02 · A moldura

Sinistralidade consolidada: 100,32%

Receita R$ 408,5 mi × despesa assistencial R$ 409,8 mi — resultado de −R$ 1,3 mi no semestre.

Para uma operadora, a referência de sustentabilidade fica na casa de 70–75% de sinistralidade: é o que deixa margem para despesa administrativa, comercial, impostos e provisões. Operar a 100% significa que não sobra nada para operar — o resultado operacional real, após as demais despesas, é substancialmente pior que o −R$ 1,3 mi assistencial.

Receita × despesa assistencial por competência

Percentuais sobre os pontos = sinistralidade do mês

Três dos seis meses fecharam acima do ponto de equilíbrio (janeiro em 113,6%). Não há tendência clara de melhora ou piora dentro do semestre — o problema é de nível, não de trajetória.

Ponto de atenção — junho é competência imatura
O ticket médio de junho (R$ 104,58) contra R$ 660–721 nos demais meses revela contas ainda em processamento. Regra adotada em todo o estudo: o mês corrente é excluído de tendências e ressalvado em totais. O botão acima permite ver a série sem ele.
03 · Operadoras

O prejuízo tem endereço

Clique em uma operadora no gráfico para abrir a leitura analítica correspondente.

Sinistralidade por operadora — 1S/2026 (rótulo inferior: peso na despesa do grupo)

Selecione uma operadora acima

A leitura analítica de cada operadora — causa provável, conexões com os demais achados e dono recomendado — aparece aqui.

As três leituras estruturais

1 · A PROASA Sede subsidia o grupo. A operadora-mãe, saudável a 77,6% e com 29% da despesa, é o que impede o consolidado de saltar de 100% para ~120%. Isso é risco de concentração de resultado: a operação eficiente carrega as deficitárias, e um tropeço da Sede desequilibraria o grupo inteiro simultaneamente.

2 · ADV é o achado mais limpo. Um produto de mercado operado dentro da própria PROASA Sede a 120,3% — 43 p.p. acima da carteira principal da mesma operadora, com a mesma rede e a mesma gestão. O grupo de controle interno praticamente elimina rede e gestão como causa raiz e aponta precificação ou seleção adversa de risco na venda a mercado.

3 · TMC e PP concentram o prejuízo estrutural. Juntas, 35% da despesa, ambas acima de 120%. Na TMC, o estudo encontrou um elo causal concreto com a rede (seção 07). Na PP, a tríade PA + Hospital de Belém + operadora deficitária pede estudo dedicado por praça.

Ponto de atenção — o que o consolidado esconde
Reportar "sinistralidade do grupo em 100%" mascara o quadro real: seis operações com saúde radicalmente diferente. Toda gestão a partir deste estudo deve ser por operadora — inclusive por aderência regulatória: cada operadora tem RPS e rede próprios na ANS, e a análise consolidada pode ocultar inadequação de rede reportável.
04 · Método

Três lentes, cada uma com um dono de ação

A pergunta "quem é o ofensor?" tem três respostas possíveis — e confundi-las é o erro mais comum em estudos de sinistralidade.

Lente 1 · Carteira/Contrato

Quais operadoras e produtos gastam mais do que arrecadam. Alavanca: reajuste, precificação, seleção de risco. Dono: Comercial/Atuarial. Neste estudo: diagnóstico + recomendação.

Lente 2 · Utilização/Assistencial

O que e quem consome o custo — linhas de cuidado, coortes, procedimentos. Alavanca: gestão de saúde, regulação, protocolos. Dono: Gestão de Saúde. Neste estudo: diagnóstico + recomendação.

Lente 3 · Rede/Prestador

Quem fatura acima de referência, sem transparência ou com padrão atípico. Alavanca: tabelas, pacotes, auditoria, credenciamento. Dono: Credenciamento — ação comprometida.

Regra metodológica central
Sinistralidade exige receita, e receita só existe no nível operadora/mês. Todos os cortes por especialidade, região e prestador deste estudo medem concentração de despesa — que é o indicador correto para localizar ofensores, mas não deve ser rotulado de sinistralidade.
Ponto de atenção — case-mix
Um prestador "caro" pode ser caro porque concentra os casos mais complexos. Nenhuma conclusão de preço neste estudo compara prestadores de complexidades diferentes; os benchmarks usados pareiam o mesmo item, nunca médias gerais.
Hipóteses refutadas — registradas, não ocultadas
(1) A medida "Despesa Média" do BI, inicialmente suspeita de rótulo errado, é média mensal — validada (×6 = total do semestre). (2) A hipótese de que o gap de cobertura do arquivo granular vinha do limite de 150 mil linhas foi refutada: a causa era viés de composição (apenas itens codificados). O estudo registra erratas como prática de integridade analítica.
05 · Anatomia do custo

Quatro praças, alta complexidade, rede própria

Onde a despesa se concentra — geografia, estrutura de rede e composição.

Despesa por UF do prestador

Rede própria × externa

Geografia: PA, SP, RJ e AM somam 79% da despesa. O Pará lidera (26,8%) e conecta três achados: a PROASA Pará a 120%, a maior praça de custo e o maior prestador do grupo (Hospital Adventista de Belém, ~R$ 86,7 mi somadas as duas grafias cadastrais — mais de 20% de toda a despesa assistencial em um único hospital).

Estrutura de rede: a rede própria atende ~30% dos beneficiários e consome 46,1% da despesa — custo médio por beneficiário de R$ 3.276 contra R$ 1.619 do externo (2×). A internação concentra-se no interno; o SADT, no externo (laboratórios, clínicas e o canal de intercâmbio).

Ponto de atenção — o 2× não prova rede própria cara
Hospitais próprios concentram internação e alta complexidade; o custo maior por beneficiário é parcialmente esperado. A pergunta legítima — e em aberto — é se a verticalização gera eficiência ou se a rede própria pratica custo sem pressão competitiva. A resposta exige comparar o mesmo item interno × externo, que é exatamente o método aplicado na seção 07.

Composição do SADT — R$ 170,9 mi crescendo +17,9% a.a.

Blocos do SADT (classificação sobre o arquivo integral de grupos)

O rótulo "SADT" domina a conta médica (52% da base), mas é parcialmente um mito de classificação: dentro dele há diárias, taxas, materiais e pacotes — itens de conta hospitalar faturados sob guia SADT (R$ 10,7 mi identificados). Limpo o ruído, o custo real do SADT é puxado por medicamentos (R$ 37,1 mi), imagem, terapias/saúde mental (bloco em crescimento acelerado no setor, incluindo terapias ABA) e medicina laboratorial.

Ponto de atenção — R$ 28 mi sem grupo
16,4% do SADT não tem grupo de procedimento atribuído no BI — o total oficial fecha, mas R$ 28,0 mi não aparecem em nenhuma categoria. Metade desse valor foi rastreada a dois prestadores específicos (seção 07). Detalhe completo no dossiê de governança (seção 09).
06 · O achado-âncora

R$ 120 mi em medicamentos e materiais

36% da conta médica é precificada por Brasíndice/Simpro — integralmente dentro do instrumento de negociação do Credenciamento.

R$ 81,3 mi
medicamentos (4 grupos Brasíndice/TUSS)
R$ 38,6 mi
materiais e OPME (5 grupos Simpro)
R$ 1,2 mi
valor de cada 1% de renegociação do bloco, por semestre

Maiores grupos de procedimento da base (R$ mi) — grupos Brasíndice/Simpro em azul escuro

O perfil do bloco é farmácia oncológica de marca e biológicos de especialidade: Keytruda, Enhertu, Blincyto, Erleada, Ocrevus, Hyrimoz. A alavanca correta não é desconto linear — é acordo de margem sobre Brasíndice, pacote de infusão e padronização da unidade de faturamento. Explore abaixo os itens reais por prestador.

ItemVl pagoQtdCusto unit.

Dois casos que ilustram o bloco

Hyrimoz 40mg — dispersão interna de +51%. O mesmo item, com descrição idêntica, custa R$ 5.255 no HAM e R$ 7.915 no HAB. Dois hospitais da própria rede com metade de diferença de preço no mesmo biossimilar revelam a ausência de uma política de preço de transferência intragrupo — a recomendação estrutural desta seção.

ESTE 2 — equipos de infusão a R$ 1.321/unidade. Dois itens de equipo somam R$ 4,0 mi no semestre, com custo unitário incompatível com material de consumo (referência usual: dezenas de reais). Hipóteses em ordem de probabilidade: unidade de faturamento distorcida (caixa vs. unidade), erro de tabela no MV, ou sobrepreço efetivo. Qualquer uma justifica verificação com a Auditoria.

Ponto de atenção — unidade de faturamento antes de qualquer benchmark
O intercâmbio fatura Keytruda por miligrama (R$ 214,85/mg); o HAB, por frasco (R$ 22.781). Normalizado, a diferença real é ~6% — não 100×. Nenhuma comparação de preço entre prestadores é válida sem normalizar a unidade; os casos citados acima foram verificados por descrição idêntica de item. Anomalias são tratadas como hipóteses a investigar, nunca como acusação.
Conclusão da seção
O maior bloco de custo do grupo tem alavanca contratual, dono claro (Credenciamento) e casos-teste identificados. A quantificação do desvio total aguarda a referência de preço do período (Brasíndice/CMED + tabelas contratadas) — pendência ativa do estudo.
07 · O caso quantificado

HASP × TMC: R$ 2,06 mi acima do benchmark no semestre

Comparação item a item com terceiros — 1.856 itens pareados, fórmula validada em 99,6% das linhas. ~11% de prêmio sobre a mesma cesta; ~R$ 4 mi/ano anualizado.

O HASP e a Oncologia HASP atendem exclusivamente a TMC — a operadora mais deficitária do grupo (135,5%). O benchmark interno ("Aba Dedicada") compara, para cada item, o custo médio do HASP com o custo médio de terceiros, aplicado ao volume do HASP: um pareamento por cesta idêntica, imune ao viés de mix.

−R$ 2,06 mi
prêmio HASP vs benchmark de terceiros (semestre)
R$ 14 mil
diária média — modelo de conta fechada
105 vidas
coorte oncológica: R$ 5,6 mi (R$ 53 mil/vida no semestre)

Onde o prêmio mora — e o que ele realmente significa

O desvio não é espalhado: quatro códigos genéricos concentram R$ 3,5 mi do lado negativo — Taxas Diversas (−R$ 2,04 mi), Visita Hospitalar (−R$ 844 mil), Diária (−R$ 352 mil) e Consulta (−R$ 281 mil). E aqui está a honestidade metodológica que sustenta o caso: "Taxas Diversas" de um prestador não contém o mesmo que de outro — parte do gap é artefato do modelo de faturamento, não sobrepreço unitário puro.

Essa ressalva, porém, é o próprio achado: o HASP fatura por conta fechada — diárias de R$ 14 mil, taxas de R$ 10 mil e visitas de R$ 3,1 mil embutindo tudo. É por isso que esses valores não têm grupo no BI (os R$ 14 mi "invisíveis" da seção 05) e é por isso que a operadora não consegue auditar o que paga. O problema primário é a opacidade; o preço acima do benchmark é a consequência esperada de uma conta que ninguém abre.

Nos itens de comparação limpa o sobrepreço também aparece (ECG a 5×, consulta +53%, cateter 2×, Keytruda +30%) — e, para o retrato ser justo, o HASP é mais barato em pronto-socorro, teleconsultas e tomografia de abdômen. Explore os dois lados na tabela.

Item CM HASP CM terceiros Qtd HASP Impacto (Dif Total)

Top 80 itens pareados por impacto absoluto. Dif Total = (CM terceiros − CM HASP) × Qtd HASP. Valores negativos: HASP acima do benchmark.

A camada estratégica: preço de transferência, não guerra

O HASP é rede própria. Parte do prêmio é transferência dentro do grupo — o que a TMC perde, o hospital do grupo recebe. Isso não anula o problema: para a sinistralidade da TMC o dano é real e integral, e é a TMC que quebra. Mas muda a natureza da mesa: não é negociação adversarial com prestador externo, é política de preço de transferência intragrupo que hoje não existe. A identidade compartilhada — a saúde do grupo — é o terreno comum da negociação; o pleito não é "vocês cobram caro", é "precisamos de regras de faturamento que permitam à TMC sobreviver".

Ponto de atenção — condição antes do comitê
O número de R$ 2,06 mi é o total oficial do benchmark interno, com fórmula validada linha a linha por este estudo. As premissas do pareamento (critério de seleção de terceiros, período, tratamento de pacotes) devem ser validadas com o autor da Aba Dedicada antes de o número ir a decisão. Pauta proposta para a mesa: (1º) abertura de conta — itemização como pré-condição de auditoria; (2º) convergência das linhas genéricas ao benchmark.
08 · Intercâmbio

Unimed SC: R$ 33 mi por um canal sem gestão direta

O 2º maior "prestador" da base é, na prática, um hub de faturamento.

R$ 33,0 mi
faturados pela Unimed SC-Federação (10% da base)
R$ 3,7 mi
é o custo gerado por beneficiários residentes em SC
a diferença — faturamento centralizado de várias praças

A discrepância entre o que a Unimed SC fatura e o que os beneficiários de SC custam não fecha como atendimento local: é o padrão clássico de faturamento centralizado de intercâmbio — a Federação consolida atendimentos prestados pelo sistema Unimed em múltiplas praças. O canal também domina no SADT (R$ 12,8 mi) e fatura medicamentos oncológicos por miligrama.

Intercâmbio é, historicamente, o custo mais difícil de auditar em qualquer operadora: preço, glosa e contestação seguem as regras do sistema de origem, não a tabela local. Por isso o estudo o trata como categoria própria de gestão, não como prestador comum.

Recomendação
Governança específica de intercâmbio: conciliação periódica dos repasses, auditoria amostral de contas, acompanhamento de custo médio por praça de atendimento e revisão do desenho de rede nas praças onde o intercâmbio substitui rede credenciável.
09 · Governança de dado

Seis achados que condicionam a gestão

Não é burocracia: a operadora mais deficitária (TMC) é hoje a de menor visibilidade de custo. Clique para expandir a evidência.

Pedido ao comitê
Patrocínio para o plano de saneamento com a equipe de BI/TI — unificação cadastral de prestadores, dicionário de grupos de procedimento, correção dos filtros e mapeamento dos itens sem grupo. O enquadramento com a equipe é de validação conjunta, não de apontamento de erro: parte dos achados pode ter explicação de negócio que o estudo desconhece.
10 · Plano de ação

Compromisso onde há alavanca; recomendação onde o dono é outro

Comprometido — Credenciamento

  1. Mesa HASP × TMC — abertura de conta (itemização) como pré-condição + convergência das linhas genéricas ao benchmark. 3º tri
  2. Tabela de referência interna de alto custo — proposta de política de preço de transferência para a rede própria (caso Hyrimoz como evidência). 3º tri
  3. Auditoria do bloco Brasíndice/Simpro (R$ 120 mi) contra referência de preço do período; caso ESTE 2 (equipos) verificado com a Auditoria. 4º tri
  4. Saneamento cadastral de prestadores com BI/TI — identificador único por CNPJ raiz. contínuo

Recomendado — alocação de dono

  1. ADV a 120% dentro de operadora a 78% → revisão de precificação e seleção de risco. Comercial / Atuarial
  2. Coorte oncológica TMC (105 vidas, R$ 53 mil/vida) → gestão de caso e linha de cuidado. Gestão de Saúde
  3. Governança de intercâmbio Unimed (R$ 33 mi) → conciliação e auditoria amostral. a definir em comitê
  4. PP e PROASA Manaus acima de 116% → estudo dedicado por praça no 2º ciclo, com foco no Hospital de Belém.
As três decisões que o estudo pede ao comitê
(1) Validar a mesa HASP × TMC, com validação prévia das premissas do benchmark; (2) alocar os donos das Lentes 1 e 2 — os diagnósticos estão prontos, falta responsável; (3) patrocinar o saneamento de dado junto a BI/TI.
11 · Ressalvas metodológicas

O que os números medem — e o que não medem

Transparência das limitações é parte do método deste estudo.

Despesa ≠ sinistralidade nos cortes

Receita existe apenas no nível operadora/mês. Cortes por especialidade, região e prestador medem concentração de despesa.

Junho imaturo

Competência com contas em processamento (ticket R$ 104 vs R$ 660–721). Excluído de tendências; totais ressalvados.

Base BI de Contas Médicas: R$ 331,7 mi

Cobre 85% das contas médicas totais (R$ 392,1 mi); gap em conciliação com BI/TI. Recurso de glosa (R$ 5,6 mi) e reembolso (R$ 4,0 mi) tratados à parte. Exports analíticos do BI truncam em 150 mil linhas — o estudo usa apenas exports agregados íntegros ou amostras com viés caracterizado.

Benchmark HASP × terceiros

Fórmula validada em 1.848 de 1.856 itens pareados. Códigos genéricos comparam cestas heterogêneas — parte do gap é modelo de faturamento, não preço unitário. Premissas do pareamento em validação com o autor.

Unidades de faturamento

Comparações entre prestadores condicionadas à normalização (frasco vs mg vs caixa). Casos citados verificados por descrição idêntica de item.

Case-mix da rede própria

O custo 2× por beneficiário reflete concentração de internação; conclusões de preço exigem pareamento por item/complexidade — método aplicado no caso HASP.